Corinthians 0x1 Internacional: atuação patética, protesto da Fiel e demissão de Dorival

Corinthians 0x1 Internacional análise pós jogo na Neo Química Arena

Assim que acabou o jogo, gravei esse vídeo comentando tudo sobre a atuação do Corinthians nesse 0x1 contra o Internacional.

Falo sem filtro sobre o que vi: um time sem criatividade, sem reação e que irritou a torcida. Dá o play e depois segue com a análise completa aqui no artigo.

Eu tava lá. Arquibancada pulsando, aquela expectativa antes da bola rolar na Neo Química Arena, aquele sentimento de que “hoje vai”. Mas não foi. O que a gente viu no 0x1 contra o Internacional foi mais do mesmo — e talvez até pior.

O Corinthians entrou em campo no primeiro tempo completamente desligado. E quando eu falo desligado, não é exagero de torcedor não… é realidade. O time simplesmente não deu UM chute no gol. É absurdo pra um clube do tamanho do Corinthians jogar em casa e não conseguir finalizar uma vez sequer com perigo.

A fase não é boa, mas a paixão nunca acaba. Garanta sua camisa do Corinthians e apoie o Timão em qualquer momento.

Primeiro tempo: um meio-campo que não existe

Da arquibancada, ficava nítido: o meio-campo não funcionava. Sem criação, sem intensidade, sem ideia. O time parecia espaçado, previsível e totalmente travado.

O André não conseguiu se encontrar em campo, errou muito, demorava pra soltar a bola e matava jogadas. O Bidon também esteve abaixo, sem conseguir dar dinâmica. E aí vira um efeito dominó: a bola não chega no ataque.

E quando não chega, quem sofre são Yuri Alberto e Lingard. Os dois praticamente não tocaram na bola em condição de finalizar. Ficaram isolados, brigando com a zaga, correndo atrás de lançamento sem sentido.

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Outro ponto que incomodou muito foi o Hugo Souza. As reposições de bola foram um problema sério. Toda hora entregando a bola pro adversário ou rifando sem direção. Isso quebra qualquer tentativa de construção.

E a zaga? Insegura. Cada chegada do Internacional dava aquele frio na barriga. Não passava confiança em nenhum momento.

Resultado: um primeiro tempo morto, sem reação, sem futebol. A torcida até tentou empurrar, mas tava difícil.

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Segundo tempo: piorou (sim, deu pra piorar)

A esperança era que o time voltasse diferente no segundo tempo. E até teve mudança: Dorival Júnior colocou o Garro no lugar do Matheus Pereira. Uma substituição que, na teoria, era pra dar mais criatividade.

Mas na prática… nada mudou.

Aliás, mudou sim: ficou pior.

O Corinthians voltou ainda mais lento. Sem movimentação, sem aproximação, sem jogada trabalhada. Era um time completamente previsível. Tocava de lado, recuava, errava passe e não conseguia agredir o adversário.

Da arquibancada, dava pra sentir a irritação crescendo a cada minuto. A torcida começava a perder a paciência — e com razão.

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O golpe final: gol de Bernabei

Aos 33 minutos do segundo tempo, veio o castigo. Bernabei apareceu e fez o gol do Internacional.

E sendo bem sincero? Era questão de tempo.

O Corinthians não jogava nada, não ameaçava, não mostrava reação. Quando você não compete, uma hora a conta chega.

O gol foi um balde de água fria, mas ao mesmo tempo parecia um roteiro já esperado. O time não demonstrava força pra buscar nada diferente.

A Fiel não abandona — nunca

Mesmo depois do gol, uma coisa precisa ser destacada: a torcida.

A Fiel continuou cantando, empurrando, tentando levar o time no grito até o final. Isso é Corinthians. Isso nunca muda.

Independente da fase, do resultado, da revolta… a torcida tá lá.

Mas também tem limite.

Apito final e revolta geral

Quando o juiz apitou o fim do jogo, não teve como segurar.

A cobrança veio forte. E foi merecida.

A torcida protestou — e protestou muito. Gritos, vaias, pressão. Porque o que o time apresentou foi simplesmente inaceitável.

Não dá pra aceitar um Corinthians:

  • Sem criação
  • Sem vontade
  • Sem organização
  • Sem competitividade

Foi um desempenho ridículo. Patético. Não tem outra palavra.

Nove jogos sem vencer: a crise é real

Esse resultado não é isolado. O Corinthians chegou a 9 jogos sem vencer.

Isso pesa. E pesa muito.

No Campeonato Brasileiro, o time vai despencando na tabela rodada após rodada. O que era preocupação já virou alerta máximo.

E o pior não é só perder… é não mostrar reação.

O time não evolui. Não mostra padrão. Não mostra identidade. Parece perdido dentro de campo.

Dorival Júnior demitido: fim de linha

Logo após a partida, veio a confirmação: Dorival Júnior foi demitido.

E sendo bem direto? Era inevitável.

O trabalho não funcionou. O time não evoluiu. As escolhas não deram resultado. E dentro do Corinthians, quando a fase é ruim, a conta sempre chega pro treinador.

Agora fica a pergunta que não quer calar:

E agora, quem assume o Timão?

O Corinthians entra, mais uma vez, em um momento decisivo.

Precisa de um treinador que:

    • Dê padrão de jogo
    • Recupere a confiança dos jogadores
    • E principalmente: entenda o tamanho do clube

Conclusão: o Corinthians precisa acordar

O que eu vi na arquibancada foi um time sem alma. E isso é o que mais dói.

Perder faz parte do futebol. Mas não competir, não lutar, não mostrar reação… isso não é Corinthians.

A Fiel fez sua parte. Cantou, apoiou, empurrou. Mas o time não respondeu.

Agora é hora de mudança. De atitude. De vergonha na cara.

Porque se continuar assim, a temporada vai virar um pesadelo.

E o torcedor… já chegou no limite.

Na vitória ou na crise, a Fiel tá junto. Confira agora as camisas do Corinthians e mostre seu amor pelo clube.

 

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